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Coisas Lindas







Afundasão


Vamos falar de respeito. Vamos falar de falocentrismo. Vamos falar do jovem bonitão que mora nos EUA, mas não sabe respeitar mulheres (cortesãs). Vamos nos indagar: "Mas, será que alguma acompanhante (verdadeiramente) de luxo aceitaria atende-lo?". E, então vamos concluir que falta imposição de respeito sim, porque um macho não ousaria ser tão tosco se a "tática" já não tivesse funcionado alguma vez.
Falta empoderamento para colocar esse tipo de homem em seu lugar. Falta feminismo em exercício! Mulher não precisa se "dar ao respeito" para ser respeitada, mas quando ele lhe falta deve ser pugnado com unhas e dentes! O cidadão aí me chamou as 05h21min desta madrugada. Obviamente eu estava dormindo. Fez ligação de áudio as 8h. Ignorei. Tentei dormir mais. Meu pai me ligou. Acordei. Respondi ao moço.
(...) Aí não aparece, mas eu lhe disse que não tinha certeza se estaria bem (dor de barriga) e que eu gosto de sexo de qualidade, logo não poderia recebê-lo agora de manhã. Ele insistiu como se soubesse tudo sobre mim (pelo visto teve das 05h às 08h para se informar!). Fui gentil e quando eu disse que, conforme o proposto, "pegando leve" eu o receberia em uma hora e ele pediu meu endereço, fui ao ponto na crença de que ele sabia o valor vez que está lá "fora", vivendo o "sonho americano". Não sabia. Falei. Ofereceu R$ 150,00 a menos.
Bloqueei, pois não se trata do valor pecuniário em si, mas da falta de respeito a quem oferece a sua companhia, afinal eu não trabalho somente pelo dinheiro do contrário não refutaria tantos homens. Bonitões e ostentando foto com seu cão e abdômen de fora no WhatsApp (Sarado? Sim! Cachorro de "machão"? Sim! Grande bosta? Siiimmm!!) como o cara em questão.
No valor da minha companhia, (que está muito aquém do que eu deveria cobrar), não está o valor dos meus peitos não siliconados e do restante do corpo. Não está apenas o despudor e os meus talentos que vem sendo aprimorados. Não está apenas o humor e o papo de qualidade: está a baixa rotatividade de quem prioriza a qualidade e não a quantidade de clientes.
Está a certeza de cuidados, higiene, perfume caro, saúde em dia e a ausência de homem no meu recinto desde sexta-feira quando recebi o "quinto". (Sim, o apelidado de "quinto" é um homem bonito, culto, empresário, na faixa dos 40 anos que foi o meu quinto cliente e desde 16/04/2016 passa todas as sextas-feiras comigo. Mais: paga-me o dobro do valor pela hora para que eu fique somente com ele tal dia). Ou seja: quem tem a minha companhia paga também pela minha inteligência e seletividade. "Algo" que homens de bom gosto (os que eu gosto!) costumam adorar.
(...)

Simone Steffani - acompanhante de alto luxo!


Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/sobre-des-respeito-e-falta-de.html









Recordo-me bem do que pensei aos 15 anos. "Rui, se tudo correr bem na tua vida, vais chegar aos 35 anos e apenas viste 15 ou 16 pilas pretas!"

E depois apareceu o WhatsApp.

Ruim
no facebook

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/negaodapiroca-centenas-bbc-ruim.html

Por pouco, que sejamos muito - 21Jun2018 16:00:00
Se suamos uma hora com alguém, amamos uma hora, a entrega é total... De corpo e alma me têm, quem me tem.
Se tens frio, eu mantenho-te quente, se queres ir para a chuva, eu vou contigo e adoeço contigo.
Mostrem as vossas fraquezas, as revoltas, chorem, mas purguem-se... Porque alguém vos dará a mão, mesmo que sofra imenso, mesmo que ninguém acredite, acreditem em gestos bons, em palavras boas... Porque elas andam aí!
Da vossa Pink Poison 
 Resultado de imagem para pes com velas




Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/por-pouco-que-sejamos-muito.html


Adultério em poesia - 21Jun2018 07:00:00
Azulejo com quadra popular: "Adultério, minha gente/ Como é fácil de se ver;/ é o que liga três pessoas/ sem uma delas saber", assinada por A. Vale.
Junta-se a outros azulejos da minha colecção.


A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 2.000 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

... procura parceiro [M/F]

Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/adulterio-em-poesia.html


Postalinho do Gerês - 3 - 20Jun2018 12:00:00
"Mais uma árvore com vontade de respirar."
Irene Nunes




Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/postalinho-do-geres-3.html

Rinoceronte amigo - 20Jun2018 10:00:00
Ilustração do livro «Jugend: Münchner illustrierte Wochenschrift für Kunst und Leben» (segundo o Google Tradutor, quererá dizer «Juventude: ilustração semanal de Munique para a arte e a vida») de 1901.




Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/rinoceronte-amigo.html


«grito.» - Susana Duarte - 19Jun2018 16:00:00
leve solidão dos ombros
que percorres
como num desmaio:

grito.

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Facebook



Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/grito-susana-duarte.html

#AmoremBraille - 19Jun2018 12:00:00

Só se valoriza o que se vê pelo que se sente. E a comer com os olhos não se saboreia.

Sharkinho
@sharkinho no Twitter

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/amorembraille.html


«Demi-veuve» (meia viúva) - 19Jun2018 07:00:00
Romance sem data mas publicado em 1907 pelo editor Albert Méricant, Paris.
Edição original da autoria de Toulet, o qual, por achar demasiado livres as 28 ilustrações feitas por Florane, recusou assinar a obra, adoptando o nome de Curnonsky. Exemplar raro por ter todas as ilustrações originais, que passa a fazer parte da biblioqueca da colecção.








A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 2.000 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

... procura parceiro [M/F]

Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/demi-veuve-meia-viuva.html

O diciOrdinário ilusTarado já está disponível  na editora e nas principais livrarias.

Podes já encontrá-lo e encomendá-lo na editora (Chiado Books), na Bertrand e na Wook.

Se quiseres uma dedicatória personalizada, também podes encomendar-me directamente o diciOrdinário ilusTarado. Basta preencheres e enviares-me este formulário preenchido:


DiciOrdinário - nova edição
encomenda


Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/a-nova-edicao-do-diciordinario.html


A Tarzana - 18Jun2018 12:00:00
Esta tinha a mania que era selvagem. Um andar despudorado, uns cabelos pretos e revoltos, peito para a frente - coisa que me chamou particularmente a atenção e me fez de logo levantar o salpicão - dizia chamar-se Ana e que era muito diferente das outras que eu tinha conhecido. Não demorou muito para que na minha cabeça ficasse conhecida como a Tarzana. Tenho de arranjar múltiplos estratagemas para me lembrar dos nomes das moças que avio à berlaitada. A minha memória é coisa que não dá para nada. Claro que assim que lhe dei o epíteto de Tarzana, o meu imaginário começa a divagar e, enquanto ela fala de si, toda cheia de confiança, eu apenas a vejo a agarrar-se à minha liana cheia de convicção. Acto contínuo imaginário, estamos já numa orgia e ela anda a gritar como uma verdadeira Tarzana enquanto salta de liana em liana, até se fixar na minha grandiosa zarabatana. Uma das coisas que mais aprecio na minha imaginação é a arbitrariedade. Tanto pode num momento estar armada em amazona da goela a abocanhar-me a fartura, como no momento seguinte estar num bacanal de proporção épica, a foder sem qualquer ética. São estas pequenas coisas que me fazem entregar ao carácter inesgotável do murmúrio da imaginação. Claro que com tanta fixação pelo imaginário, nem reparei que a gaja era estrábica. E foi aí que uma dúvida inadiável me assolou. Será que ?Tarzana? é agora o nome mais adequado para me lembrar desta mafarrica? Ou será que a devo memorizar como Cabra Cega? Como ela entretanto tirou as cuecas, a dúvida foi adiada para depois da selvajaria sexual a que a submeti. Foi até lhe endireitar o olho.

Patife
@FF_Patife no Twitter

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/a-tarzana.html



Eu e o Vento

A noite embrulhou-me em silêncio. Saí do trabalho e continuei a caminhar sem destino, como um barco à deriva num mar sem vida. Era assim que estava a cidade, quase morta. Mas tive sorte, encontrei um pequeno sinal de vida no vento que, tanto quanto percebi, também estava sozinho.
Ainda bem. É sempre bom ter alguém com quem falar e nada como ele, que nunca põe em dúvida o que dizemos, para dar dois dedos de conversa.
Sempre acreditei que somos incapazes de mentir aos outros, mas mentimos muito facilmente a nós mesmos. Só o vento é que tem essa noção e, talvez por isso, seja um dos meus melhores amigos.
Esta noite, por exemplo, falámos de Amor. E ele concorda comigo no essencial. A palavra é de desconfiar. Fala-se de Amor como se fosse uma coisa qualquer. E não é. Eu já vou em quase cinco décadas de vida e, tanto quanto me lembro, disse essa palavra a três mulheres. Bêbado, claro, que é o conta. Em estado sóbrio terei dito mais vezes, mas todos sabemos que a sinceridade é filha da bebedeira.
Quando se diz a palavra Amor a muitas pessoas, então nunca se Amou ninguém. Foi ele que mo explicou, o vento, que também me pareceu estar um tanto ou quanto embriagado. E eu acreditei.
Dividimos a dor e o prazer de não sermos nada nem coisa nenhuma. Isso e uma garrafa de vinho barato, claro. Afinal de contas andamos os dois sempre a contar os trocos como se fossem cada um dos momentos do tempo que passa.
Nada disto interessa muito, claro. Foi apenas mais um conversa entre dois amigos de longa data que partilham o facto de nunca terem pedido a nenhuma mulher que os continuasse a Amar para além do Amor. E é por isso que de vez em quando nos cruzamos os dois num ponto qualquer do planeta, nos sentamos no primeiro local aprazível e discutimos o mundo como se fosse possível entendê-lo.
Sou eu e o vento.


bagaço amarelo
Blog «Não compreendo as mulheres»

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/respostas-perguntas-inexistentes-379.html

Postalinho do Gerês - 2 - 17Jun2018 12:00:00
"Beldade de Castro Laboreiro"
Irene Nunes





Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/postalinho-do-geres-2.html

Animadoras culturais - 17Jun2018 07:00:00

onde te escondes, quando a noite cerca as sombras
e as desfaz, tornando-as nébulas no olhar, e densidade
negra por sobre as espáduas e o ventre?

onde te escondes, sempre que a noite vigia os incómodos
sussurros dos amantes, mitigados pelo raiar da lua que, sobre
os corpos, se declina em invulgares contornos, de corpos
redondos e interstícios onde as peles se não encontram?

onde quer que estejas, és o olhar que se estende sobre os dedos
que movo no ar, incógnitos bailados do pensamento,

onde tanto se diz, por entre aquilo que se procura.

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Facebook



Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/onde-te-escondes-susana-duarte.html



"Em ti, poderia ser o primeiro dia do resto da nossa vida!"

Mário Lima


Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/06/first-day-of-my-life-mario-lima.html