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Coisas Lindas







Afundasão


Este livro reúne os muitos textos em poesia e em prosa, nos quais Fernando Pessoa exprime sentimentos homoeróticos, ou nos quais aborda o tema da homossexualidade, de forma explícita ou implícita, que se encontram dispersos ao longo da vasta obra de Fernando Pessoa, e que foram publicados até hoje. Encontram-se reunidos neste livro por vários tipos de texto, e por diferentes temas. Este livro inclui também o tema da dualidade da identidade de género, que é exprimida em alguns dos textos de Fernando Pessoa, que este associa também por vezes à homossexualidade, e inclui ainda os textos onde Fernando Pessoa exprime o seu desdém pelas mulheres, sob o ponto de vista afectivo. Grande parte destes textos são pouco conhecidos, e muitos têm determinados pormenores que passam geralmente despercebidos, para os quais chamam a atenção em notas de rodapé. Este livro contém também alguns textos inéditos.
Um ensaio a juntar-se a muitos outros na minha colecção.


A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 2.000 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

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Quem quiser investir neste projecto, pode contactar-me.

Visita a página da colecção no Facebook (e, já agora, também a minha página pessoal)

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/homossexualidade-e-homoerotismo-em.html


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Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/diciordinario-314-novas-entradas.html


as mulheres solitárias
desembainham expectativas
de onde outros retiram espadas
ou, talvez,sonhos perdidos

são únicas, azuis e imprevisíveis,
as mulheres solitárias. nelas,
colidem árias e são derrubados vôos
[são, na caminhada, aves lentas]
e, nos vôos, é incorporado o algaço
e as conchas e as sombras das aves
[também elas azuis, e solitárias
como as mulheres solitárias
que desembainham expectativas
do pecíolo das vidas, das folhas
verdes por onde fendem futuros]

as mulheres solitárias são lentas,
e curvas, onde o vôo baixo rarefaz
as nébulas, raras como os sonhos,
tão rarefeitas como as expectativas

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Facebook



Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/as-mulheres-solitarias-susana-duarte.html

Amor é... persistência - 16Out2018 12:00:00
"Eu com os meus avós à mesa:
- Como é que é possível estar-se casado 60 anos? Todos os dias, todas as noites, adormecer ao lado da mesma pessoa, acordar e ver mesma cara.
Ela - E ainda não enjoei.
Ele - Eu nunca vou enjoar."
Ana Barbosa

O amor é uma cousa munto linda

Sharkinho
@sharkinho no Twitter

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/amor-e-persistencia.html

Mulher de rabo alçado - 16Out2018 07:00:00
Pequeno prato em faiança com uma mulher nua de cócoras.
A sedução na minha colecção.







A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
> 2.000 livros das temáticas do erotismo e da sexualidade, desde o ano de 1664 até aos nossos dias;
> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

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Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/mulher-de-rabo-alcado.html


Janelle Monáe - «PYNK» - 15Out2018 16:00:00
As calças das meninas ficavam muito bem na minha colecção...



Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/janelle-monae-pynk.html

Postalinho de Praga - 15 - 15Out2018 12:00:00
"Sex Machines Museum (museu das máquinas do sexo), em Praga.
Como acontece com outros museus do erotismo, tem muitas peças que eu gostaria de ter... mas a colecção de arte erótica «a funda São» também tem muitas peças que este museu não tem.
Peças, placas e mecanismos da entrada e da primeira sala do museu."
São Rosas







Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/postalinho-de-praga-15.html



Toma conta disto! - 14Out2018 12:00:00

A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas a sorrir
Como nos westerns ele ostentava a barba por fazer numa cara tisnada do sol. Uns olhos penetrantes, azulados como a água. As formas proporcionadas e simétricas à Tom Cruise e sei que foi a malvada da simetria que me fez pensar que era tão lindo que até doía!...

Bastas vezes eu assumia o papel de moura encantada e encostava o meu ventre ao dele, escutando o som das suas frases, tocadas palavra a palavra. Todas as imperfeições da carne, desde o sinal escuro e inestético à meia dúzia de pelos no peito se dissolviam na ânsia de o sentir a medrar dentro de mim. E apertá-lo, porra!... Deixar a minha vagina pulsar nele compulsivamente até àquela parte em que o fazia involuntariamente por uns segundos e esmorecia. Um dia, na casa caiada da planície despovoada, de filete azulinho nas janelas, chegou-se a mim e beijou-me tão fundamente que juro que pensei estar a engoli-lo esófago abaixo como se fora um pastel de nata triturado em saliva. Depois com os braços esticados e as mãos atachadas nos meus ombros, envolto no dramatismo de Humphrey Bogart em Casablanca, desferiu um Toma conta disto! e abalou.

Da costa vicentina saiu o seu barco direitinho aos reinos algarvios. O bimotor de outro aventureiro voou para o topo da costa africana e voltou carregadinho de matéria prensada, ensacada em sarapilheira. Só que a polícia não dorme Senhor Doutor e foi logo acordá-los depois de transferirem a carga para o barco e antes de largar ferro.

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/toma-conta-disto.html


"-Foram 10, os lugares do amor? - pensou ela.
A estação dos comboios foi, de todos, o primeiro e, de todos, o derradeiro. As portas do ocidente abriram-se ao estrangeiro azul, olhos postos no sorriso que anteviu e no encontro que ?temia- poderia nunca acontecer. O encontro, afinal, aconteceu, e teceu-se com as mãos que anteciparam os beijos, as madrugadas claras, e o suor dos corpos reencontrados.
Refém de si mesmo, e dos cabelos negros que abraçava, o estrangeiro azul libertava anos de procura, ao mesmo tempo que, dos seus olhos, saíam névoas preocupadas: tudo mudara e, no entanto, tudo tinha, ainda, que mudar.
- Este é o segundo dos lugares do amor?-pensava ele, mãos dadas sobre o leito, sorrisos postos no futuro que antevia.
A vida acontece inesperadamente. Confronta. Exige respostas e capacidade de ajustamento. Acontece. Ao acontecer, traz consigo o cheiro de todas as infâncias, o eco de todos os receios, e a inevitabilidade das decisões. O estrangeiro azul intui que, a partir dali, outros serão os lugares do amor. E sabe que, a partir daquele encontro, tudo mudou e, no entanto, tudo terá, ainda, que mudar.
Os dias sucedem-se, e os lugares do amor são vividos com a respiração ofegante de quem quer viver a vida toda nos dias que lhe são dados, um de cada vez, hora a hora, segundo a segundo. E, inevitavelmente, acabam.
O rio, navegante incansável, escorre ali mesmo, entre as margens que o delimitam e são, simultaneamente, todas as suas possibilidades de progresso e caminho. O rio foi o nono lugar do amor. Sobre ele, fluíram marés originadas por aquele encontro. O mundo tinha mudado a lógica das coisas. A inevitabilidade do encontro, também mudara tudo o que conheciam. Os corpos transpiraram marés, por sobre o fluir do rio, e por sobre o fluir daquelas duas vidas.
-Este deveria ser, apenas, um dos lugares do amor-pensavam eles-, mas o derradeiro será aquele que apartará os corpos.
Se sonharam, nessa noite, sonharam com as flores colhidas, após as sementes deixadas na terra, numa sucessão de estações que viveriam juntos. Sonharam, talvez, com as noites, e os dias, e o devir. Sonharam, talvez, que tudo o que ainda tinha que mudar, já estivesse mudado, portas abertas, a ocidente, para todos os lugares do amor. Sonhar os luares do amor era a única forma de não ficar só. a solidão da separação, após ter tocado o amor, é escura, e fria, e dolorosa, e inevitável e, aparentemente, eterna. Escrever a vida, trilhando caminhos sem dar as mãos, depois de conhecer os lugares do amor, é aprender a caminhar numa noite longa e fria. Acordar, pois, é antever a ferida aberta no íntimo do corpo, e descobrir o frio na aparente invencibilidade com que se acorda em cada dia.
O estrangeiro azul, e a metade de si, separar-se-ão naquele que foi o primeiro-e será o derradeiro-lugar do amor, aquele onde se olharam nos olhos e deixaram as lágrimas soltar a noite de chuva que viveram, dias antes, os dois, de mão dada a enfrentar as intempéries-todas-, que acreditaram poder vencer.
Ficarão ligados, para sempre, aos dez lugares do amor. Abraçar-se-ão em cada sonho, em cada recanto de cada palavra. Saberão da inevitabilidade do reencontro. Até lá, reaprenderão a vida, e a morte, e a saudade, e o amor, e a ternura, e a ausência, em cada primavera antecipada, em cada estação que, todavia, os separar ainda.
- O 11º lugar do amor, terá que ser aquele onde perdemos as mãos, porque o outro as levou consigo- pensou ela.
Ao mesmo tempo, ele pensava que as mãos que deixou, voltarão a si, no momento em que devolver aquelas que, consigo, em si, levou. Porque sabe, desde já, que se encontrarão no abraço, aquele que será dado no 11º lugar do amor."


(tentativa de mini-conto)

Susana Duarte
Blog Terra de Encanto
Facebook



Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/os-dez-lugares-do-amor-susana-duarte.html


Pénis abre-latas - 13Out2018 08:00:00
Abre-latas em metal com forma de pénis.
Uma das muitas brincadeiras da minha colecção.






A colecção de arte erótica «a funda São» tem:
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> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
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Postalinho de Praga - 14 - 12Out2018 16:00:00
"Sex Machines Museum (museu das máquinas do sexo), em Praga.
Como acontece com outros museus do erotismo, tem muitas peças que eu gostaria de ter... mas a colecção de arte erótica «a funda São» também tem muitas peças que este museu não tem.
Máquinas eléctricas e acessórios, dois dos quais para adeptos de coprofagia/ coprofilia."
São Rosas








Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/postalinho-de-praga-14.html

DiciOrdinário - encomenda aqui - 12Out2018 12:00:00
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Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/diciordinario-encomenda-aqui.html

#nãopercebo - Ruim - 12Out2018 07:00:00
Para que é que se fazem viagens com amigos se não for para acabar tudo numa orgia no apartamento? Sinceramente, não percebo as objecções. Está tudo entre amigos, boa onda e com uns quantos copos em cima. Um gajo manda a dica para o ar e faz tudo cara feia. Depois alguém diz "se é para estar com esquisitices, faço um post na minha página do Facebook a ver se vocês acordam para a vida!" e nada. A desculpa é "mas amanhã vamos todos ter de olhar para a cara uns dos outros". Pudera. Não vamos deixar ninguém no País Basco e ainda há gota para dividir.

É que se isto corresse bem, para a próxima, até podíamos meter mulheres ao barulho.

Amigos de merda.

Ruim
no facebook

Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/naopercebo-ruim.html

Aninhei nos sonhos do meu amor
E vi rasgarem-se pedaços de mim
Nos meus sonhos desfeitos pela dor
Largaram-se bocados quebrados sem fim

Emprestei à minha face um sorriso
Que solenemente afagou o meu rosto
Velejam na minha boca palavras sem riso
Mas este silêncio! Ah! Grande desgosto!

Vesti de luto os sonhos meus
Entreguei ao tempo a minha idade
Quero sorvê-la...vive-la...agarrá-la...futuro meu!
Não! Que não pare o tempo! Quero a liberdade!

In Folha de Papiro Perfumada

Áurea Justo
no Facebook




Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/quero-liberdade-aurea-justo.html


Jarro da Rosenthal em porcelana com um desenho de Raymond Peynet.
Junta-se a muitas outras peças de Peynet na minha colecção.





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> 4.000 objectos diversos (quadros a óleo e acrílico, desenhos originais, gravuras, jogos, mecanismos e segredos, brinquedos, publicidade, artesanato, peças de design, selos, moedas, postais, calendários, antiguidades, estatuetas em diversos materiais e de diversas proveniências, etc.);
> muitas ideias para actividades complementares, loja e merchandising...

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Fonte: http://blog.afundasao.com/2018/10/mulher-nua-no-jacto-de-uma-baleia.html